terça-feira, 18 de julho de 2017

Primeira despedida



Cumprindo o que aqui disse há dias, em linha reta, o encerramento do Eramá (e tudo o que ele representa) está agendado para muito breve. Amanhã publicarei o meu último escrito — dedicado aos meus alunos do 7.º F (os restantes eram de 9.º) — de quem vou ter muitas saudades. Quero que sejam para eles as últimas palpitações deste meu estandarte de palavras, que ficarão por aqui a serenar durante três dias, até as tochas se extinguirem. Faço questão que sejam eles os primeiros a lê-las.
Para ti, leitor, é com agradecimento que visto esta despedida. Foi um prazer saber que te desassosseguei, que te acicatei, que te alertei, que te fiz pensar… e que te fiz rir também (e é tão poderoso o riso!). Não será fácil esta ausência, porque tenho de manter uma luta diária contra os meus genes, que me pedem constantemente o contrário da acomodação. Mas… enfim, é uma peleja que trará um pouco mais de paz ao mundo.  
Até sempre!

4 comentários:

  1. Um grande abraço por essa persistência numa luta que foi posta de lado. Os professores
    ainda não compreenderam que ela seria ganha com a unidade. A ausência dela será a causa da sua morte.

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    1. Um enorme abraço por essa amizade incondicional e superior ao tempo.

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  2. Para sempre a minha profunda admiração pela dedicação à nossa profissão, através dos blogues e não só.
    Vou ter saudades, amigo.
    Até sempre, guerreiro!

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    1. Um grande abraço (muito agradecido), Maria José!

      Será, forçosamente, um até sempre!

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